
Pedra Branca
A cultura do Brasil é um rico mosaico de muitas culturas do mundo. Não admira que o grupo Pedra Branca, de São Paulo, Brasil, toque instrumentos étnicos e timbres eletrônicos para criar música experimental brasileira.
Este conceito surge em seus samplers diretamente de festas populares, cantos de tribos amazônicas, rituais típicos dos tempos de escravidão e rezas folclóricas. O grupo também afirma suas raízes nacionais através da execução de ritmos brasileiros com instrumentos de outras nações.
Além do alaúde árabe, das indianas cítara e tabla, do samissen japonês, do didgeriddo aborígene, do udu africano e dos chocalhos indígenas, Pedra Branca utiliza instrumentos que foram arquitetados e construídos pelos próprios músicos, como o armesk de cordas, feito a partir de uma lata de biscoitos e um cabo de vassoura. Há, ainda, a flauta de cano PVC, flauta de PVC com uma bexiga cheia d´água amarrada na extremidade; e um conduit amarelo, coberto com uma cabaça em forma de cabeça de elefante. No âmbito eletrônico, a banda desenvolve bases com sintetizadores analógicos, como o moog; texturas orgânicas com vozes pré-gravadas; e delays sobre os instrumentos, como acontece com a tabla, sitar, didgeridoo ou com a própria voz. Mas mais do que alcançar uma atmosfera contemporânea, e como fazem com os instrumentos regulares, os músicos usam a linguagem eletrônica para explorar timbres com propósitos experimentais.
A identidade tradicional dos instrumentos étnicos de Pedra Branca são pulverizados em outros elementos musicais, de modo que, mais do que world music, eles tocam música experimental brasileira.
O fluxo musical de Pedra Branca é sempre mutante, nunca cristalizado. Isto é particularmente evidente em seus espetáculos ao vivo, quando executam improvisações entre eles mesmos e com músicos convidados. Outras formas de arte são sempre bem-vindas: para Pedra Branca, “jam” inclui performances paralelas de dançarinas, VJs e atores.
A cultura do Brasil é um rico mosaico de muitas culturas do mundo. Não admira que o grupo Pedra Branca, de São Paulo, Brasil, toque instrumentos étnicos e timbres eletrônicos para criar música experimental brasileira.
Este conceito surge em seus samplers diretamente de festas populares, cantos de tribos amazônicas, rituais típicos dos tempos de escravidão e rezas folclóricas. O grupo também afirma suas raízes nacionais através da execução de ritmos brasileiros com instrumentos de outras nações.
Além do alaúde árabe, das indianas cítara e tabla, do samissen japonês, do didgeriddo aborígene, do udu africano e dos chocalhos indígenas, Pedra Branca utiliza instrumentos que foram arquitetados e construídos pelos próprios músicos, como o armesk de cordas, feito a partir de uma lata de biscoitos e um cabo de vassoura. Há, ainda, a flauta de cano PVC, flauta de PVC com uma bexiga cheia d´água amarrada na extremidade; e um conduit amarelo, coberto com uma cabaça em forma de cabeça de elefante. No âmbito eletrônico, a banda desenvolve bases com sintetizadores analógicos, como o moog; texturas orgânicas com vozes pré-gravadas; e delays sobre os instrumentos, como acontece com a tabla, sitar, didgeridoo ou com a própria voz. Mas mais do que alcançar uma atmosfera contemporânea, e como fazem com os instrumentos regulares, os músicos usam a linguagem eletrônica para explorar timbres com propósitos experimentais.
A identidade tradicional dos instrumentos étnicos de Pedra Branca são pulverizados em outros elementos musicais, de modo que, mais do que world music, eles tocam música experimental brasileira.
O fluxo musical de Pedra Branca é sempre mutante, nunca cristalizado. Isto é particularmente evidente em seus espetáculos ao vivo, quando executam improvisações entre eles mesmos e com músicos convidados. Outras formas de arte são sempre bem-vindas: para Pedra Branca, “jam” inclui performances paralelas de dançarinas, VJs e atores.
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