PEDRO OSMAR e LOOP B
MÚSICA ELETRÔNICA NORDESTINA
Pedro Osmar é paraibano, toca viola de 10 cordas e traz entre suas referências a música popular nordestina e a música de vanguarda. Loop B é paulista e produz uma música eletrônica inspirada em ritmos brasileiros. E faz percussão tocando em objetos de sucata - um tanque de combustível, por exemplo. O trabalho de ambos busca a experimentação de novas sonoridades. Após dois anos de criação em conjunto, o primeiro disco deste trabalho com o nome de Farinha Digital, está em preparação e será lançado em novembro de 2007.
O encontro musical entre Pedro Osmar e Loop B apresenta uma série de elementos inovadores e provocadores. Junta dois universos aparentemente distintos: de um lado a urbanidade e modernidade da música eletrônica, de outro a nordestinidade e tradicionalismo da música de viola. São dois universos que também se misturam na periferia de São Paulo. Soma-se a isso o fato de utilizarem instrumentos bastante inusitados: objetos como tanque de combustível de Chevette, carcaça de máquina de lavar, espada de brinquedo, cartuchos vazios de balas de canhão. E também instrumentos incomuns, como tablas indianas e kalimba; e novas formas de usar instrumentos conhecidos, como por exemplo eletrificando um berimbau, além do uso consistente do computador para criar as bases eletrônicas.
MÚSICA ELETRÔNICA NORDESTINA
Pedro Osmar é paraibano, toca viola de 10 cordas e traz entre suas referências a música popular nordestina e a música de vanguarda. Loop B é paulista e produz uma música eletrônica inspirada em ritmos brasileiros. E faz percussão tocando em objetos de sucata - um tanque de combustível, por exemplo. O trabalho de ambos busca a experimentação de novas sonoridades. Após dois anos de criação em conjunto, o primeiro disco deste trabalho com o nome de Farinha Digital, está em preparação e será lançado em novembro de 2007.
O encontro musical entre Pedro Osmar e Loop B apresenta uma série de elementos inovadores e provocadores. Junta dois universos aparentemente distintos: de um lado a urbanidade e modernidade da música eletrônica, de outro a nordestinidade e tradicionalismo da música de viola. São dois universos que também se misturam na periferia de São Paulo. Soma-se a isso o fato de utilizarem instrumentos bastante inusitados: objetos como tanque de combustível de Chevette, carcaça de máquina de lavar, espada de brinquedo, cartuchos vazios de balas de canhão. E também instrumentos incomuns, como tablas indianas e kalimba; e novas formas de usar instrumentos conhecidos, como por exemplo eletrificando um berimbau, além do uso consistente do computador para criar as bases eletrônicas.
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