quinta-feira, 13 de setembro de 2007


FESTIVAL MISTURASOM

no SESC Ipiranga


Encontro de bandas e coletivos paulistanos que misturam diversas sonoridades, instrumentos e linguagens artísticas e criam novos ritmos em propostas e formações ousadas e inusitadas. Fusões e experimentações dão o tom dos shows que trazem no repertório trabalhos inéditos de pré-lançamento dos novos CDs. Diversos horários e diversos locais da unidade.

Sesc Ipiranga

Rua Bom Pastor n.822

São Paulo - SP

telefone(11) 3340 2000



Projeto Nave


Área de Convivência


Grátis


Dia28/09 Sexta, às 19h30

Sinhô Preto Velho


Teatro


Grátis


Dia 28/09 Sexta, às 21h



Projeto Cru


Área de Convivência


Grátis


Dia 29/09 Sábado, às 18h

Pedra Branca


Teatro


Grátis


Dia 29/09 Sábado, às 20h

Pedro Osmar e Loop B


Quintal/Galpão


Grátis


Dia 30/09 Domingo, às 15h

Nhocuné Soul


Quintal/Praça Vermelha


Grátis


Dia 30/09 Domingo, às 17h






PEDRO OSMAR e LOOP B
MÚSICA ELETRÔNICA NORDESTINA


Pedro Osmar é paraibano, toca viola de 10 cordas e traz entre suas referências a música popular nordestina e a música de vanguarda. Loop B é paulista e produz uma música eletrônica inspirada em ritmos brasileiros. E faz percussão tocando em objetos de sucata - um tanque de combustível, por exemplo. O trabalho de ambos busca a experimentação de novas sonoridades. Após dois anos de criação em conjunto, o primeiro disco deste trabalho com o nome de Farinha Digital, está em preparação e será lançado em novembro de 2007.
O encontro musical entre Pedro Osmar e Loop B apresenta uma série de elementos inovadores e provocadores. Junta dois universos aparentemente distintos: de um lado a urbanidade e modernidade da música eletrônica, de outro a nordestinidade e tradicionalismo da música de viola. São dois universos que também se misturam na periferia de São Paulo. Soma-se a isso o fato de utilizarem instrumentos bastante inusitados: objetos como tanque de combustível de Chevette, carcaça de máquina de lavar, espada de brinquedo, cartuchos vazios de balas de canhão. E também instrumentos incomuns, como tablas indianas e kalimba; e novas formas de usar instrumentos conhecidos, como por exemplo eletrificando um berimbau, além do uso consistente do computador para criar as bases eletrônicas.